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HALLOWEEN É O CACETE! VIVA A CULTURA NACIONAL! EMBORA MODESTO, NÓS TAMBÉM JÁ TIVEMOS NOSSO MUSEU

November 12, 2019

       Celebrado anualmente no dia 5 de novembro, o Dia Nacional da Cultura, estabelecido por lei em 1970, marca o aniversário de nascimento do jurista, político, escritor e diplomata Rui Barbosa (1849-1923).

     O Museu Imperial em Petrópolis, possui o principal acervo do país relativo ao império brasileiro, em especial o chamado Segundo Reinado, período governado por d. Pedro II.

      São cerca de 300 mil itens museológicos, arquivísticos e bibliográficos à disposição de pesquisadores e demais interessados em conhecer um pouco mais sobre o tema, além de constantes eventos, exposições e projetos educativos. Mas o Brasil é rico em Museus de arte.

       Embora modesto, nós, cachoeirenses, também tínhamos, o nosso, MAS, Museu de Arte Sacra que, além de reunir centenas de peças sacras, guardava muitos objetos de nossa história. Objetos que remontam à escravidão: das senzalas às Fazendas, do Esporte local, Fotos e documentos antigos, instrumentos da Banda de música e outros tantos que estão esquecidos no seu prédio, - a antiga sacristia – que vive fechado e abandonado às traças, ou à própria sorte, como dizem alguns. Tão ruim ou pior que o esquecimento, é o fato de saber que muitas dessas peças desapareçam e ninguém dá notícias.

     O que fazer, me perguntam alguns saudosos visitantes que amam e respeitam a história de nossa gente. Não sei como lidar com essa situação, respondo. É um desejo, restaurar o prédio, recuperar e conseguir novas peças para esse espaço cultural. Já pensei em doar meu acervo de fotos que conta com aproximadamente 800 fotografias, para fazer uma exposição permanente no segundo pavimento do museu e outros tantos objetos que enriquecerão aquele espaço.

      Mas pra que? Pergunto eu, agora, desolado! Sim, perplexo, me pergunto: a troco de quê? Para ser novamente dilapidado? Enquanto o povo não quiser entender que o museu é a nossa história e que é dever de todos nós, preservá-lo, é inútil qualquer tentativa.

Bem, mas arte não está só nos museus, embora a data tenha se transcorrido sem nenhuma nota desse portal, julgo que ainda seja tempo para falarmos um pouco sobre o resgate de nossa cultura brasileira, nossas raízes.

      Penso que o que de mais importante se pode observar em nossa cultura nacional, é a capacidade de sintetizar num só povo, características tão diversas e diferentes que se fundem em uma só sociedade. Ao longo dos séculos recebemos influências de várias nacionalidades, que por um motivo ou outro se instalaram no Brasil, trazendo seus costumes, crenças, folclores, ideologias, e com o passar do tempo se tornaram parte da riquíssima cultura brasileira.

       Talvez seja necessário ressaltar todos os valores e aspectos positivos desse povo, para justificar movimentos e atitudes de insatisfação e protestos observados na mídia, em relação à invasão e imperialismo cultural estrangeiro, na tentativa de expandir a sua hegemonia.

       A festa de Hallween, no Dia das Bruxas, que é uma data comemorativa do folclore anglo-saxão, e vem a cada dia sendo mais inserida e consumida em nossa sociedade, foi bastante criticada por pessoas e entidades que se empenham numa grande cruzada pela libertação nacional.

       “Cultura nativa, língua e economia são irmãs gêmeas, caminham obrigatoriamente de mãos dadas, ou seja, o povo que defende o seu patrimônio cultural, também defenderá suas riquezas materiais”, disse Wagner Vasconcelos, - li certa vez num jornal universitário - estudante de Direito da UFRJ, e membro do Conselho dos 12, Movimento pela valorização da Cultura, do Idioma e das Riquezas do Brasil (MV – Brasil), que organizou uma grande campanha intitulada: “HALLOWEEN É O CACETE! VIVA A CULTURA NACIONAL”, divulgada em vários órgãos e cartazes fixados por toda a cidade do Rio de Janeiro, no final do mês de outubro, quando lá estive. Isso já faz algum tempo, mas é oportuno lembrarmos: “Os vereadores de uma cidade do interior de São Paulo chamaram a atenção e causaram grande repercussão, ao instituírem no município O Dia do Saci, que é comemorado no dia 31 de outubro, em resistência ao Halloween.

       Como outras manifestações, o objetivo da festa também é valorizar a cultura nacional, que é tão rica e muitas vezes esquecida. Sacis, Iaras, Boitatás, Curupiras e Botos são apenas alguns dos personagens dessa história, que precisa ser recontada mais vezes. É interessante um intercâmbio cultural mundial, respeitoso e simétrico, desde que cada nação não deixe de cultuar e exaltar primeiro seus próprios valores nacionais.

 

 

 

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