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O GIGANTE FLAMENGO DESPERTOU: UM TÍTULO INESQUECÍVEL

November 24, 2019

       “O sujeito que não for pelo menos um dia Flamengo não viveu.  O Flamengo é uma força da natureza. Quando o Flamengo espirra, é o futebol brasileiro que fica resfriado”! 

     Não sou eu o autor dessa pérola, dessa máxima. Mas o talentoso e saudoso, o ilustre torcedor do Fluminense, o cineasta Nelson Rodrigues. Como eu havia dito ontem: Olha eu aqui de volta! É bem verdade, que depois de uma vitória, um resultado positivo, uma conquista; fica mais fácil. Mas, quero dizer que assisti à partida, - reuni forças para isso – já que isso é raro, normalmente, não assisto aos jogos, por uma questão de se evitar um “piripaque”, para se preservar a saúde mesmo - Então, para ser mais sucinto, digo sem rodeios, que o Flamengo fez um péssimo primeiro tempo... E quando tudo parecia perdido, o gigante desperta.

       Não sei onde deixei o meu medo, a fé venceu o medo de uma forma tal que, no intervalo, mandei mensagens para os amigos dizendo: “vamos empatar e virar esse jogo”. Você pode até dizer: agora, depois do resultado, depois do fato consumado, é fácil. Mas, eu disse realmente através das redes sociais que o Flamengo viraria esse jogo.

      O que dizer? Digo que mesmo não tendo uma brilhante atuação, o Flamengo, em apenas três minutos decidiu o seu destino e decretou que a nação poderia permanecer nas ruas, ao conquistar o Bi campeonato! Então, me emocionei, chorei, vibrei e comemorei o título.  Depois, fui a uma festa de formatura – colação de grau de Ariele, numa Casa de Festas.

       E o domingo desse jornalista que vos fala? Aparentemente tranquilo, com o coração transbordando de alegria e um sorriso largo estampado no rosto. As 07:00 horas da matina eu estava a caminho da Igreja-matriz São Paulo, para louvar, agradecer a Deus e dizer-Lhe de minha gratidão.

       Na TV, assisti ao Sr. Brasil, programa de Rolando Boldrin, depois, na tela da Globo, vi, quando o avião pousou em terras brasileiras, trazendo a delegação do Flamengo. Um convite para ir a um barzinho, rever os amigos e saborear a conquista de ontem que elevou o Flamengo ao topo da América. Bandeiras no carro, vestido a caráter, lá estávamos, diante de um televisor, que mostrava um mar de gente, na Candelária, no Rio, aguardando a chegada dos bi campeões.

       De repente, no pequeno Bar da Romilda, já se contava nove flamenguistas usando o manto e, com frequência se via motos e carros com bandeiras, buzinas e o grito de: É Campeão! O barulho dos fogos era ouvido ainda na alvorada e, eles tiveram sequência, à medida que os ponteiros foram ditando as horas e a nação foi despertando para mais um Domingo Legal.

       Enfim, a esperada Taça da Libertadores estará de volta à sala de troféus deste Flamengo que é gigante em campo e tornou-se exemplo fora dele, graças a uma gestão muito eficiente. O avião aterrissou e logo depois a cidade do Rio de Janeiro viveu um carnaval em novembro, o Baile do Vermelho e Preto, desta vez, se estendeu pela Avenida Presidente Vargas, com torcedores acompanhando o Trio Elétrico, outros subindo em árvores, andaimes, sacadas de prédios, para verem mais de perto seus ídolos e assim o Flamengo de 2019 entra para a história pelo futebol campeão e por muitos outros fatores.

       Não é apenas pela conquista do segundo título da Libertadores que este time vai entrar para a história do clube o do futebol brasileiro. Podemos falar da empatia que o time conquistou com a torcida. Depois da geração campeã do mundo em 1981 e três vezes campeã do Brasil, o Rubro-Negro carioca teve outros tantos  momentos de brilho: foram mais três títulos brasileiros, três Copas do Brasil, 15 participações em Libertadores. Tudo comemorado com intensidade e euforia por uma Nação espalhada Brasil afora.

       Nada, contudo, é comparável ao que se está assistindo durante o ano e ao que vejo agora, diante dos meus olhos. Uma festa, uma apoteose, uma sintonia, uma emoção, uma geração de craques que vestiu a camisa do time se joga nos braços da torcida, um técnico que foi acolhido e abraçou os torcedores em todo o Brasil com o carinho e respeito que devota à toda a Nação.

        Não sei se confiro às mensagens no celular, se olho para a TV, se leio os jornais, se atendo aos amigos. Ali, estão os heróis da conquista: Diego Alves, Rafinha, Rodrigo Caio, Pablo Mari e Felipe Luiz; Willian Arão, Gerson, Arrascaeta e Everton Ribeiro; Bruno Henrique e Gabigol. (Diego, Vitinho, Pires da Motta e outros). Em 1981: Raul, Leandro, Marinho, Mozer e Júnior; Andrade, Adílio e Zico, Tita, Nunes e Lico. Também estes se eternizaram e são lembrados com carinho e gratidão pela imensa torcida do Mengão.

      Mas o momento é desses heróis que, quando o sonho de uma nação atrás do título da Libertadores parecia que seria interrompido, pela boa atuação do River; eles, da forma mais dramática possível virou o placar, com gols de Gabigol aos 43 e 46 minutos da etapa final, o Flamengo venceu por 2 x 1 e voltou a levantar a Taça, após exatos 38 anos do time de Zico e Cia. E a partir desse momento, a festa se estendeu além do estádio, veio para as ruas e não tem hora pra acabar.

Fernando m. Ribeiro

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