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VALE A PENA LER DE NOVO: IGREJA VIVA - UNIDADE DOS CRISTÃOS

January 13, 2020

       SE PROCURAMOS UMA RECONCILIAÇÃO ENTRE OS CRISTÃOS, NÃO É PARA SERMOS MAIS FORTES. NEM SEQUER PARA FECHARMOS EM NÓS MESMOS. MAS PARA QUE SEJA UM SINAL DE EVANGELHO.

      

       Na Igreja e Roma, a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, termina com uma celebração presidida pelo Papa, com a participação de representantes de outras Igrejas e Comunidades cristãs. Esta tradição foi iniciada pelo Papa Paulo VI, em 04 de dezembro de 1965.     

       “A Unidade se faz caminhando”, como já disse o nosso Papa Francisco. Há, então, 52 anos de caminho e de progresso no ecumenismo. Com vários documentos firmados nos encontros entre as autoridades das Igrejas, o ecumenismo caminha com paciência, mas sempre.

       Desde então foi constituído o Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e foram lançados diálogos com quase todas as Confissões Cristãs, a fim de promover um melhor conhecimento mútuo. Desenvolveu-se daí, um ecumenismo do encontro e da reconciliação dos corações.

       Encontros famosos aconteceram ao longo desses 52 anos, como o de Paulo VI com o Patriarca Atenágoras; os inúmeros encontros de João Paulo II e de Bento XVI com os líderes de diferentes Igrejas cristãs; do Papa Francisco com o Patriarca Bartolomeu, e, 2014; e, mais recentemente, com o Patriarca de Moscou, Kirill, em Cuba, que abriu um novo horizonte para o caminho ecumênico de que, breve falaremos.

       O próprio Papa Francisco tem ido ao encontro de nossos irmãos separados. Foi assim que ele recebeu também a visita de sete Pastores da Igreja Evangélica da Reconciliação, das cidades italianas de Turim, Brescia, Palermo, Caserta, Marcianise e Salermo, na Casa Santa Marta, num encontro envolvido por um clima de grande simplicidade e fraternidade.

       “Nesse caminho” disse então o pastor, “importante será nos reconciliarmos graças às nossas raízes comuns, certos e agradecidos de ter em Francisco um irmão e um aliado”. Na ocasião, o Papa Francisco disse que se questiona qual será o dia preciso em que a unidade será plena. Ao que acrescentou que será “o dia depois daquele da vinda do Filho do homem”.

        Depois de tantos acontecimentos que os afastaram, espera-se dos cristãos “rezar, arrepender-se das coisas que não estão fazendo bem e caminhar com Jesus”. Principalmente, explicou Francisco, é a disponibilidade ao perdão: “Quando há coisas ruins no passado, deve-se pedir perdão”. E o perdão deve ser ao ‘estilo de Deus’ que ‘esquece tudo’.

      Então, caros leitores, vemos que acontece na Igreja um intenso, ininterrupto, evangélico, salutar e muito querido movimento em favor da unidade com todos os irmãos cristãos, no qual seus líderes se encontram num esforço cada vez maior para eliminar as diferenças, perdoar-se e buscar a união. Deixemo-nos entranhar, portanto, também nós, deste espírito de ecumenismo para, de nossa parte, acolhermos estas importantes iniciativas de nossa Igreja.

Fernando M. Ribeiro

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