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SÚPLICA DE UM JORNALISTA: LEIA PELO MENOS, ESTE!

January 31, 2020

 

        Falando no geral, o povo brasileiro não gosta de ler, não tem este precioso hábito: não lê livros, não lê mensagens e não lê jornais. Nunca aprendeu a gostar, não foi motivado, não sente falta, não encontra prazer.

       Deste modo, mesmo tendo ensejo, não vai ler o informativo todo, apenas o título e uma ou outra frase. E por que leria se não usa aquele impulso interno que leva alguns a irem até o fim.

       O que mais acontece, quando se recebe um jornal qualquer, é passar o “rabo de olho” por cima do título, examinar um outro parágrafo e guardar para terminar depois. Só que este depois costuma não chegar nunca. O normal é que poucos se sentam para ler e completam depois o que começaram.

       Então, aquele público alvo, que foi mirado quando se produziu a obra, não chega a ser atingido, o que causa uma grande perda de tempo, de esforço e de outros valores, e gera uma frustração, às vezes, enorme decepção ao jornalista.

       Evidentemente, este raciocínio é muito sombrio, mas é verdadeiro, quando se pensa no grande trabalho havido para que o jornal ficasse pronto e chegasse à sua mão. Fizemos durante dez anos o jornal Novo Tempo, impresso, e o distribuímos em larga escala; onde quer que tivesse algum cachoeirense, ou alguém com o ávido desejo de leitura.

       Nesse período, recebemos dezenas de cartas de leitores acusando o recebimento, comentando alguma matéria e falando da satisfação em partilhá-lo com alguém. Havia sim, uma interação do redator com o leitor; as cartas eram publicadas, as pessoas se viam no informativo. Era meio que um termômetro a medir o interesse do nosso público, à quem ele era direcionado.

       Depois, passamos a produzi-lo “online”, e desde então, ele está disponível a quem queira acessar, através do portalnovotempo.com Assim, não seria ofensa de nossa parte, se lhe pedíssemos que, mesmo fazendo uma forcinha, lesse todas as matérias, seria?

       Olhe, o trabalho foi feito com capricho, com carinho, com açúcar e com afeto. As vezes se faz necessário uma pitada de sal para melhor temperar. Mas você terá artigos curtos, matérias interessantes de nossa Cachoeira Alegre, assuntos selecionados, temas buscados dentre os mais importantes e variados; mensagens religiosas, uma conotação especial voltada para a fé cristã.

       Queremos acreditar que você vai ler, mas há um outro favorzinho que lhe desejamos pedir: comente com um conterrâneo, - há tantos filhos da terra, tanto cachoeirense espalhado por esse Brasil, com saudade da terrinha, com sede notícias e talvez, nem saiba da existência desse portal – Fale com um vizinho, estimule-o a ler, acesse e passe essa ideia adiante, peça ao pessoal de sua família que dê uma olhada, chame atenção!

       Neste caso, esteja certo de que ficaremos muito felizes em sua companhia e, fique tranquilo, pois é nosso desejo continuarmos produzindo esse informativo por longos anos e você terá todos os dias, ininterruptamente, notícias de nossa gente, nossa Cachoeira, nossa mãe-terra.

Abraço fraterno!

Fernando M. Ribeiro

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