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September 4, 2019

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      TEM PALAVRAS QUE SÃO FORTES POR SUA NATUREZA. Somos todos sugestionáveis. Uns mais, outros menos. Existem pessoas que se habituaram, desde cedo, a só agir em obediência às ideias e aos sentimentos dos outros. Aceitam, sem questionar, as sugestões que lhes são dadas. Têm muita dificuldade de dizer NÃO.

     Somos essencialmente imitadores. A força e persuasão da moda é evidente. As novelas e alguns comunicadores têm conseguido mexer com a cabeça de muitos e até alterar comportamentos e o jeito de falar. A sugestão pode vir também pela repetição. Certas coisas afirmadas repetidas vezes acabam por ser aceitas como verdadeiras.

     As forças sugestivas também têm graus. Existem indivíduos que jamais serão bem-sucedidos em algumas áreas. Seus argumentos e seu todo não conseguem impressionar os ouvintes. Por outro lado, sabemos de pessoas que têm tanta confiança em si, que conseguem influenciar favoravelmente os que estão à sua volta.

     A publicidade virou arte. Há todo um aparato que se pode reforçar a ideia que se quer passar. A voz deve transparecer a convicção de que o orador está imbuído. O tom deve ser natural e vigoroso (não autoritário). A escolha das palavras também é importante. Tem palavras que são fortes por sua natureza. Os gestos e posturas também exercem grande influência. Tudo é válido quando o objetivo é impressionar.

     O sucesso da sugestão está no fato de ser um apelo dirigido aos sentimentos e às emoções mais do que a razão. É o sentimento a mola que faz mover as multidões. A história tem exemplos interessantíssimos de líderes que levaram milhares de pessoas a agirem de maneira impulsiva em obediência ao comando do chefe. O suicídio em massa incitado por Jim Jones, em 1978, na Guiana, é um exemplo disso.

A AUTOSSUGESTÃO é quando uma pessoa passa uma ordem à sua própria mente. Os casos de autossugestão se multiplicam nestes tempos atribulados de crise. Alguns exemplos:

      Jovem católica que passou a sentir calafrios e perturbações depois que voltou de um terreiro, impressionada com as várias estátuas de Exu que lá encontrou.

Pessoas que se julgavam muito doentes e que melhoraram sensivelmente, quando o exame médico apresentou resultado negativo. Com a notícia, as dores e os achaques desapareceram como por encanto.

Muitas simpatias podem influir nas pessoas sugestionando-as positiva ou negativamente, embora não tenham nenhum valor terapêutico.

As lições devemos tirar de tudo isso: Não creiam nos “poderes” de curandeiros e feiticeiros. Tudo não passa de processos de sugestão e (ou) autossugestão. E tremendamente perigosos! Podem até matar!

Colaboração Professora Márcia Côbero – www institutopadrequevedo.com.br

 

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