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September 4, 2019

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DIA NACIONAL DA ORAÇÃO A ORAÇÃO NO ANTIGO TESTAMENTO

      Essa data é lembrada no início do mês, no dia sete. Estamos vivendo o período da Quaresma, - a Semana Santa terá início no dia 05 de abril - vamos, pois, abordar o tema: Oração. Vamos começar um percurso bíblico que nos levará a aprofundar no diálogo entre Deus e o homem, presente na história da salvação, até o seu cume, a Palavra definitiva que é Jesus Cristo.

     A pratica da oração é enraizada na Bíblia, desde o primeiro livro do Antigo Testamento (AT). Os nove primeiros capítulos do Gênesis, descrevem essa relação com Deus como oferenda dos primogênitos, com a invocação do nome divino, como caminhada com Deus. A oferenda de Noé é agradável a Deus, que o abençoa e, por ele, abençoa a criação, porque seu coração é justo e íntegro (Gn 6,9).

     O AT apresenta o exemplo dos patriarcas, que foram homens de oração: Abraão, Jacó, Moisés, Davi e os profetas, e Jabes (1 Crônicas 4, 9-10). Eles falavam com Deus, como se falava com um amigo. Abraão, o grande patriarca, pai de todos os crentes, nos dá um belo exemplo de oração ao interceder pela cidade de Sodoma (Gn 18,16).

     Na sua aliança indefectível, Deus está sempre chamando os homens à oração. Mas é a partir de nosso pai Abraão que a oração se revela no Antigo Testamento. Quando Deus o chama, Abraão parte “como o Senhor lhe havia mandado” Gn12,4). O seu coração está completamente “submetido à Palavra”: ele obedece. A escuta do coração que decide em conformidade com Deus é essencial à oração; as palavras têm um valor relativo e a oração de Abraão exprime-se antes de tudo, em atos: homem de silêncio, constrói, em cada etapa, um altar do Senhor. Só mais tarde é que aparece a sua primeira oração por palavras: uma queixa velada que lembra a Deus as suas palavras que não parecem cumprir-se.

     Assim nos parece, desde o princípio, um dos aspectos do drama da oração: a prova da fé na fidelidade de Deus. Tendo acreditado em Deus, o patriarca está pronto para acolher na sua tenda, o Hóspede misterioso: é a admirável hospitalidade de Mambré (Gn 18,1), preludio da anunciação do verdadeiro Filho da promessa. Desde então, tendo-lhe Deus confiado o seu desígnio, o coração de Abraão fica em sintonia com a compaixão do seu Senhor pelos homens e ele ousa interceder por eles com uma confiança audaciosa.

Pe. Francisco Sehnem, scj

 

 

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