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EDITORIAL: TALVEZ O CAMINHO SEJA LONGO, MAS NECESSÁRIO...

May 2, 2020

 

        Nesses tempos bicudos, consequência do Covid-19, ao que parece, o planeta está de ponta cabeça, as pessoas estão dando cambalhotas de preocupação para tentar entender o que está se passando, e outras, nem tanto! Sim, há muitos que ignoram os riscos e saem às ruas sem os devidos cuidados. Fingem que não acreditam no que a mídia diz. Sabe-se que o cerco está fechando. Em Muriaé, a cidade de médio porte, mais próxima de nós, já registra casos de contaminação e esse número vem aumentando razoavelmente. Ainda assim, há quem diga que é invenção, que os números são manipulados e coisa e tal. O risco só aumenta, à medida que se insistir em negar o óbvio e não se tomar as devidas precauções.

       Esses incrédulos, só acordarão quando a doença bater à sua porta e eles não mais puderem fingir. Não que eu lhes deseje tal coisa. Nem a esses, nem a ninguém. Mas tudo tem um preço, e uma hora a conta chega e alguém tem que pagá-la. Prevenir é melhor que se remediar. Ouço isso uma vida inteira e tenho a convicção de que é mesmo o mais sensato. Você, provavelmente concorda comigo, né! Então, faça! Não estou querendo causar pânico, nem assustar a ninguém. Até concordo que em alguns momentos a TV nos deixa assustados, desesperados, estupefatos, alarmados com a enxurrada de notícias veiculadas. Há, evidente, e infelizmente as fake News, que, muito contribuem para disseminar inverdades, confundir e desinformar a população.

       De qualquer forma, é necessário que tenhamos os cuidados básicos divulgados pela OMS a Organização Mundial da Saúde. Na verdade, estamos vivendo tempos difíceis de incertezas, e isso acaba gerando medo, ansiedade e insegurança. Às vezes, parece que rezamos, rezamos e nada acontece. Isso ocorre talvez, em virtude da nossa falta fé, ou da pressa que temos em ver atendidos nossos pedidos. Mas não tenhamos dúvidas de que Deus, nosso Pai, não fica indiferente às nossas orações e no devido tempo, Ele atenderá os pedidos de seus filhos. Quando nos sentimos ameaçados, sempre que passamos por dificuldades, procuramos o colo da Mãe. Maria! A Mãe de Deus e nossa Mãe!

      Maria, a Virgem das virgens, Espelho da Justiça, Consoladora dos Aflitos, Porta do Céu e Estrela da Manhã. Maria! Quanta variedade, beleza e perfeição contidas nesse nome. Diante d’Ela, a corte celeste se inclina, a Terra se rejubila e o inferno estremece. Abaixo da Pessoa Divina de Jesus Cristo, Homem-Deus, nada existe na ordem do criado ou do possível, que a Ela possa se assemelhar. “d’Ela não há o que baste”, exclamou o grande São Bernardo de Claraval, cantor amoroso de Nossa Senhora e doutor marial por excelência. E nós, neste mês de maio, a Ela dedicado, também queremos proclamar: “Ó Rainha e Mãe nossa, obra prima do Criador, primeiro lugar na ordem do universo.

       Não foi apenas a Santíssima Trindade quem se beneficiou com vossa criação. Nós também, senhora, desejamos Vos reconhecer como Imperatriz cheia de grandeza e majestade, mas também como Mãe perfeitíssima, transbordante de compaixão e de misericórdia, que jamais deixais de atender as súplicas de vossos filhos e a eles prometestes vosso Reino sobre a Terra, quando anunciastes em Fátima: Por fim, meu Imaculado Coração triunfará”!

       Este é um mês especial. Mês das Mães. As Mães que Deus escolheu para nos erar, criar, educar, proteger e amar. Não foi por mero acaso. É o mês de Maria, a Mãe de Jesus. Maria, através de seu semblante deixa transparecer a divindade de seu Filho muito amado, Jesus.

       Enquanto ele assim falava, uma mulher levantou a voz do meio do povo e lhe disse: “Bem-aventurado o ventre que te trouxe, e os seios que o amamentaram”! Mas Jesus replicou: “Antes bem-aventurados aqueles que ouvem a Palavra de Deus e as observam”! (Lc 11, 27-29).

       Ao olharmos para Maria entendemos que foi exatamente por ouvir e colocar em prática a Palavra de Deus, que nela realizou-se o plano de salvação para a humanidade. Em janeiro, tomou posse o novo Bispo, Dom Edson José e, desde então, estamos num processo em que vem sendo solidificadas as bases de nossa Diocese, e nossa Paróquia deve ter ampla participação através de nossas orações. Momento em que, com nossas preces, creio, estaremos contribuindo para que nosso Pastor vá discernindo à luz da Palavra de Deus, o que Ele está suscitando para esta Igreja inserida na Zona da Mata Mineira.

     Nesta edição, falaremos do Dia do Sertanejo e Dia do Trabalho que, é da dignidade humana, de direito e bênção de Deus; Dia do Sol; Dia da Liberdade de Imprensa: um direito que não vem sendo observado pelos nossos líderes políticos. Opiniões diferentes não podem ser motivo de desagregação. Chama-me a atenção também, para o imprevisível momento que vivemos, as declarações confusas, atitudes inescrupulosas, no mínimo incoerentes de nosso Presidente a ameaçar-nos com ditaduras e AI 5. Esse não é um país democrático! Há um desrespeito velado, repórteres agredidos, políticos e seus filhos blindados por temerem as investigações. Onde estão a transparência e o combate à corrupção tão propalados em tempos de campanha).

       Vamos falar também do Dia da Cozinheira; Dia do Enfermeiro: esse herói anônimo que deixa a sua família em casa e se dedica a cuidar de nós, colocando em risco sua própria saúde, sua vida. Dia do Silêncio; Dia do Abraço: esse gesto afetuoso e gostoso quando dado com a autenticidade que o ato exige. Nesse momento em que nossos afetos são virtuais, nosso carinho se restringe a um tocar de cotovelos, um “namastê”. Dia do Gari; Dia da Costureira; Dia da Coragem; Dia das Mães: uma data de muita história e significado. Falaremos ainda das obras municipais em curso; das celebrações na Igreja-matriz São Sebastião, estaremos atentos aos números da pandemia do corona-vírus e outras notícias.

      O exemplo de Maria, a Mãe de Jesus e nossa Mãe nos ajuda a entendermos, que acima de tudo, nossa intenção deve estar voltada para aquilo que Deus quer de nós. É preciso ouvir os apelos de Deus, na tentativa de encontrar pistas para dias melhores. Talvez o caminho seja longo, mas necessário. E até encontrar o caminho, às vezes, é preciso ter paciência, ouvindo os apelos de Deus, também através da vida e da realidade que nos cerca. Que a exemplo de Maria, nossa mãe, deixemos que a vontade de Deus prevaleça em nossas escolhas.

Boa Leitura!

O Editor.

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