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September 4, 2019

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PERGUNTE A SI MESMO SE É POSSÍVEL SER FELIZ

       O mundo nos apresenta muitos caminhos na busca da felicidade. Entretanto, nossa experiência, como a experiência d a humanidade, demonstra que as promessas nem sempre acontecem e que, separadas do caminho do bem, dos valores da vida, dos caminhos de Deus, as pessoas se deparam com a decepção, com o vazio e com a frustração. Não há conciliação entre o bem e o mal. Mas, mesmo sabendo disso, infelizmente, insistimos nas escolhas erradas.

       Se não existisse a possibilidade de sermos felizes Jesus teria nos enganado com Suas Promessas de Vida. O que não podemos ignorar como cristãos é que, mesmo escolhendo o caminho do bem e da felicidade, sem as graças de Deus somos impotentes. Nossa eterna tenção é querermos nos realizar e sermos felizes sem Deus, erros que já foram cometidos pelos nossos primeiros pais. Adão e Eva, vindo a perder o paraíso.

       Jesus é claro: “Sem Mim, nada podeis fazer”! (João 15,5). Podemos fazer coisas boas por nós, mas sem a vida de amizade com Deus, apenas nos compensamos e nos gratificamos por momentos ou por um determinado tempo, mas não nos encontraremos com a verdadeira felicidade. Esta é a proposta de Jesus: “Se vocês permanecerem no meu Amor e obedecerem aos Mandamentos do Pai, como eu os obedeço e permaneço no Seu Amor... digo isto para que a minha Alegria esteja em vocês e a alegria de vocês seja completa” (Joao 15, 10-11).

       Mas, por que sem uma vida de comunhão com Deus não seremos felizes em plenitude e por toda a eternidade). Trata-se de admitir a realidade da natureza humana, pois somos constituídos por nosso corpo e nosso espírito. Sabemos que se não nos alimentar, dormir ou respirar, morremos. O mesmo acontece com nossa vida espiritual. Sem o alimento da vida interior através da oração, do acolhimento da Palavra, dos Sacramentos, particularmente sem o alimento da Eucaristia e da vida de comunhão com Deus e de amor ao próximo, nos tornamos anêmicos e morremos, espiritualmente falando.

       Uma das tentações de nosso tempo é querermos nos realizar e ser felizes sem a presença da cruz. “Se o grão de trigo que cair na terra não morrer não produz frutos”. (João 12,24). Negar o caminho da cruz como preço da opção pelos valores da vida e do Evangelho é viver apenas de gratificações, jamais da verdadeira felicidade.

       A qualidade de vida que tanto buscamos não acontece com os cuidados com a boa alimentação para o nosso corpo, e a boa alimentação para o nosso espírito. Por natureza, somos seres finitos, feitos para o infinito. Negar essa dimensão existencial de nossa natureza é adoecermos nos sonhos de nos encontrar com nossa verdadeira realização e felicidade. O esquecimento da nossa dependência de Deus é supremo desamor que podemos cometer conosco, com os que amamos e com a própria vida, pois nossa vocação maior não é o tempo, mas a eternidade.

       Na passagem do Dia das Mães, resta-nos a gratidão às nossas queridas Mães biológicas, à nossa Mãe do Céu, Maria, e às mulheres que consagraram a sua maternidade no serviço do Reino de Deus: as religiosas e missionárias, como sendo nossas preces pela existência de cada mulher, como encarnação viva da própria ternura de Deus.

Minhas preces e minha bênção sacerdotal.

Pe. Evaristo Debiasi

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